No dia 17 de Julho iniciava para nós, uma viagem que jamais esqueceremos.
A partida da sede de agrupamento estava marcada pelas 15 horas, mas com alguns pequenos atrasos acabámos por sair em direcção ao Aeroporto de Lisboa acompanhados pelo chefe de agrupamento cerca de 30 minutos após a hora prevista, sob o olhar atento de alguns pais e amigos que ali se juntaram para de nós se despedirem.
Quando chegámos ao Aeroporto, após termos esperado por um bandolim (que teimava em não aparecer…) e depois do chefe de agrupamento se ter despedido de (quase!) todos, juntou-se a nós a Inês Graça, caminheira do Agr. 697 do Rossio ao Sul do Tejo. Esta trazia consigo os pólos oficiais do Contingente Português, que distribuímos por todos.
Na zona de check-in-in, após as revistas em que alguns objectos foram retidos, o nervosismo aumentava para alguns (… 1º voo), entrando depois de um compasso de espera (em que encontrámos sozinha, uma caminheira de Cascais que viajava também para o Roverway 2009) para o avião.
A viagem foi feita com tranquilidade e chegámos a Londres (Aeroporto de Gatwick) era quase meia-noite, podendo desfrutar (quem viajava perto de uma janela) de uma bela visão nocturna da cidade.
Após cada um recolher a sua bagagem procurámos um local para jantar e um espaço para pernoitar. Na companhia de alguns grupos de escuteiros espanhóis passámos a primeira noite da nossa aventura no aeroporto, cada um acomodado da melhor forma que conseguiu.
Ana Rute Martins
12 de agosto de 2009
17 de Julho – Início da viagem na Sertã, partida do Aeroporto de Lisboa e chegada a Londres
31 de julho de 2009
29 de julho de 2009
Directamente da Islândia
Ainda ficamos uma semana mas queremos agradecer a todos os que possibilitaram a nossa presença por cá.
Forte canhota.
Pelo contingente Miguel Ferrão
14 de julho de 2009
Mensagem do Chefe Regional Adjunto Cne
“ De 20 a 28 de Julho de 2009 irá realizar-se um evento europeu que constituí uma oportunidade única para o percurso em Clã de um Caminheiro. É como olhar a Europa de uma só vez e saltar sem medo de conhecer e de aprender com ela, é a oportunidade única de viver a "FRATERNIDADE" do ar livre e do serviço que define uma forma de fazer escotismo que é universal - o Caminheirismo. Mas nela só poderão participar aqueles "cuja a alma é maior do que corpo", e tu és um desses?
A Islândia, aquela ilha que fica a "3 minutos do fim do mundo", e que por isso esquecemos que ainda é Europa, é o local escolhido para acolher o evento. O Roverway entra agora num novo mundo, e depois das duas primeiras edições em países latinos , a Islândia traz em si uma marca indelével de ser diferente. Um sitio diferente, com pessoas diferentes e com locais muito diferentes, são factores essências de um país inóspito que também nos convida a uma experiência única para a alma, coração e mente.”
Esta é a introdução desta grande Actividade, RoverWay 2009, levada a efeito na Europa.
Tu és um desses, jovem caminheiro e dirigente cuja alma é maior que o corpo. Parabéns pela coragem, alegria e entusiasmo que tens para participar no RoverWay
A experiência desta actividade é a continuação da experiência bem sucedida de Brownsea, foi aqui que a chama do escutismo foi lançada e daqui para a expansão do Movimento, em todo o mundo, foi apenas um passo.
Aproveita para viveres estes dias, em fraternidade e ao Ar Livre com todos os jovens caminheiros e dirigentes que tomam parte nesta actividade.
Parabéns a todos os caminheiros, dirigente e ao Agrupamento 170 Cne Sertã.
O Chefe Regional Adjunto da Região vai estar convosco, em espírito, e deseja-vos o maior sucesso na vivência desta actividade.
Um grande abraço escuta
“BOA CAÇA”
O Chefe Regional Adjunto
José dos Santos Mendes
7 de julho de 2009
30 de junho de 2009
Ano Paulino
Miguel Ferrão Lourenço
17 de junho de 2009
Encontro Aberto de 7.º ciclo de Cenáculo Nacional/ Início do 8.º ciclo
Nos dias 8, 9 e 10 de Maio realizou-se o 2º Encontro Aberto de 7º ciclo de Cenáculo Nacional, na Tocha, Região de Coimbra. Encontro este que finalizou o 7º ciclo e deu início ao 8º ciclo de Cenáculo Nacional.
Para representar a Região de Portalegre e Castelo Branco estiveram presentes 2 representantes do 7º ciclo (Raquel Sequeira, do Agr. 170 da Sertã, e Hugo Catarino do Agr. 157 de Proença-a-Nova) e 4 representantes do 8º ciclo (Ana Rute Martins do Agr. 170 da Sertã, Ricardo Garcia do Agr. 170 da Sertã, André Silva do Agr. 172 de Abrantes e Inês Graça do Agr. 697 do Rossio ao Sul do Tejo).
A actividade iniciou-se na sexta-feira dia 8 de Maio, há medida que os participantes iam chegando. O primeiro passo era fazer o chek-in (onde surgiram algumas dúvidas que se prolongaram pelo fim de semana fora, as quais com entendimento e compreensão foram resolvidas), após “registada” a chegada de cada um, foi tirada a “foto da praxe” dentro de um casulo (supostamente construído pela EP nacional), visto uma das temáticas ser “a metamorfose da borboleta” que representa a evolução e a renovação. De seguida deu-se a montagem das tendas e, pouco a pouco formou-se um grupo que foi aumentando para os já tradicionais jogos de quebra-gelo, em que houve oportunidade de ficar a conhecer um pouco cada participante.
Apresentações feitas, deu-se inicio à cerimónia de abertura de mais um encontro de Cenáculo. Como temática de abertura esteve a vida de São Paulo, (temática esta, que já vinha sendo “tratada” pelo 7º Ciclo), com a apresentação de pequenos vídeos, e representação cénica por parte dos elementos da EP nacional. Foi também na cerimónia de abertura que foram apresentadas a Equipa Projecto Nacional e as equipas formadas pelos participantes (de ambos os ciclos).
O sábado iniciou-se ao som da (já habitual) gaita-de-foles “picada” com um belo dum trompete. O pequeno-almoço tomou-se pois o dia ia ser longo para ambos os ciclos que, separados “trabalharam” durante toda a manhã. Nós, elementos de 8º ciclo tivemos uma palestra orientada pelo Rúben Duarte e pelo Luís Rodrigues (membros da EP nacional), sobre o que é o Cenáculo, os seus objectivos, um pouco da sua história e algumas motivações pelas quais aqueles dois elementos estavam na EP nacional. Após um breve intervalo foi a vez da Ana Fernandes (elemento da EP nacional) e do Cardoso (antigo participante de cenáculo nacional convidado pela EP) nos darem mais uma pequena “formação” acerca de como estar em plenário e os cuidados a ter enquanto orador. Foi ainda nesta palestra que cada um de nós escreveu no verso de um papel que tinha desenhada uma larva (baseado na metamorfose da borboleta) as expectativas relativamente ao novo ciclo que agora se inicia, colocando-a depois num cantil fechado.
Após o almoço cada um dos participantes do encontro foi convidado a escolher quatro ateliers (dos seis existentes) para frequentar durante a tarde. Os temas dos diversos ateliers eram: Deveres do Homem (projecto que está a ser lançado pelo CNE), Ágora (Base escutista na Suíça), CNJ (Conselho Nacional de Juventude), RoverNet (site para Rovers), Drave (Base Nacional da IV) e EcosLocais (projecto ambiental em que o CNE é parceiro). Com o terminar dos vários ateliers eram horas do “lanche regional”, que contou com diversos doces e petiscos provenientes um pouco de cada canto do país e animado por bons momentos musicais. De seguida foi apresentado aquilo que decorreu em cada cenáculo regional e de núcleo (e que contava com participantes neste encontro).
Após o plenário, foi servido o jantar, que precedeu o fogo de conselho, em que foram expostas as “peças” de cada equipa (constituída inicialmente) e, onde reinou a animação e boa disposição por parte de todos. Logo de seguida deu-se início à cerimónia de encerramento do 7º ciclo e o início do 8º ciclo, tendo mais uma vez como tema São Paulo e a metamorfose da borboleta. Nesta cerimónia, os elementos de 7º Ciclo leram as suas promessas relativamente ao futuro e nós, participantes de 8º Ciclo lemos as nossas expectativas para o ciclo que agora se iniciava (anteriormente colocadas no cantil), colocando-as agora em casulos (construídos pelos participantes de 7º ciclo) para que lá, as larvas se transformassem em borboletas, para assim, de expectativas passarem a realidades. A cerimónia terminou após umas breves palavras do assistente Nacional, Padre Manuel da Fonte, chegando assim ao fim o 2º dia do Encontro.
O último dia chegou e, após o pequeno-almoço reunimo-nos todos na Sala de Plenário para assistir a uma palestra dada pela Chefe Joana Margarida, Observadora da JC, sobre a RAP. De seguida decorreu a Eucaristia e o almoço. Neste encontro houve ainda um momento de candidaturas à Equipa Projecto de 8.º ciclo, lugar ao qual a Raquel Sequeira do nosso agrupamento se candidatou.
Assim, terminou o Encontro Aberto de 7º Ciclo e iniciou-se o 8º Ciclo, fazendo-se mais uma vez Cenáculo!
Ana Rute Martins
